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Ficha Bio-bibliográfica

EDUARDO TAVARES
(1831-1885)

Eduardo Tavares nasce na vila de Almada, em 16 de Novembro de 1831, filho de Marcolino de Freitas Tavares e de D.ª Emília Carolina Tavares.
Na sua juventude publica alguns pequenos romances, sendo a sua estreia literária, em 1848, aos dezasseis anos de idade, com a obra: “Uma noute de S. João em Almada”.
No ano de 1848 achandose instruído nos estudos de humanidades, e tendo a frequência de algumas aulas da Eschola Polytechnica, saiu de Lisboa para o Brasil, onde se demorou por algum tempo. Ali foi declarado hábil para o magistério, por diploma do governo imperial, contando então 17 anos.
Regressou a Lisboa em 1851, investindo a sua actividade no jornalismo. Funda em Dezembro de 1855 o jornal local “O Almadense: semanario litterario e recreativo”, dois anos mais tarde substituído pelo “A Esperança: semanario dedicado à Associação dos Artistas Almadenses”, também por si fundado. A 10 de Dezembro de 1860 funda a revista satírica “Cabrion: hebdomadário critico, satyrico, litterario e noticioso”, firmando escritas satíricas sob o pseudónimo de Aprigio Fafes. Nos anos de 1863 a 1865, foi o principal redactor do “Commercio de Lisboa, folha mercantil, económica, litteraria e noticiosa”, publicação que nascera a 5 de Abril de 1863 e que se publicava diariamente, em folha de grande formato. Também de 1867 a 1868 redigiu outro diário político intitulado “As Economias”. Foi um dos redactores efectivos do jornal “O Portuguez”. E ainda funda, em 1878, “O Espectro ou Granja” e, em 1881, “As Instituições”. Colabora entretanto sempre e sucessivamente com outros diversos, tais como: “A Lei”, “Ecco das Províncias”, “Ecco Litterario”, “Campeão do Vouga” e “Aurora” (ambos de Aveiro), “Revista dos Theatros”, etc.
Foi presidente da Associação dos Artistas Almadenses.
Foi empregado no Contrato dos Tabacos e na Direcção do Banco de Portugal.
Em 1862, ingressa nos serviços do Ministério da Fazenda, onde atingiu o cargo de Director das Contribuições Directas, sendo secretário do Ministro da Fazenda Lobo de Ávila (Conde de Valbom), em 1864.
Foi deputado regenerador, por Almada, às Cortes do Reino, entre 1868 e 1878. Sendo após essa data presidente da Câmara de Almada.
Foi condecorado com o grau de Cavaleiro das Ordens de N.ª S.ª da Conceição de Vila Viçosa, e de S. Maurício e S. Lázaro de Itália.
Morre na cidade de Lisboa, a 8 de Janeiro de 1885.

Obras relevantes para o Direito Administrativo e Financeiro:
- “Galeria pittoresca da Camara dos Pares, contendo uma apreciação imparcial de cada um dos membros da Camara hereditaria.” Ibi, na Typ. de Joaquim Germano de Sousa Neves 1858, de 16 pág.
- “Galeria parlamentar, ou paralamentar, de 1858, contendo uma apreciação imparcial de cada um dos membros do Parlamento da actual legislatura.” Ibi, na mesma Typ. 1858, de 16 pág.
- “Galeria burocratica portugueza”.
- “Analyse da organisação e estado actual do serviço do Ministerio da Fazenda, bem como de algumas leis e regulamentos concernentes á arrecadação e fiscalisação de impostos directos.” Lisboa, na Imp. de Francisco Xavier de Sousa 1863. de 171 pág.
- “Admnistração financeira. Fructo das horas vagas. Projecto de reforma da administração da fazenda, offerecido á consideração do ex.mo Ministro e Secretario d'Estado dos Negocios da Fazenda.” Lisboa, na Typ. de G. A. Gutierres da Silva 1866, de 147 pág.
- “Ao paiz, e aos eleitores do circulo eleitoral d'Almada. Exposição do procedimento politico e parlamentar do ex-deputado por aquelle circulo Eduardo Tavares.” Lisboa, Typ. Universal 1869, de 79 pág.

Tiago Cristóvão
   
 
 
 
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