PT | EN
Corpo Docente
 
  CURSOS
  1.º CICLO - LICENCIATURA 19/20
  2.º CICLO - MESTRADOS 19/20
  3.º CICLO - DOUTORAMENTO EM DIREITO 19/20
  3.º CICLO - DIREITO E SEGURANÇA 19/20
  3.º CICLO - ESTUDOS DE GÉNERO 19/20
  DOUTORAMENTO SANDUICHE 19/20
  CURSOS ESPECIALIZADOS
  PÓS-DOUTORAMENTO
  CONCURSOS E INSCRIÇÕES
 

REINGRESSOS E MUDANÇAS DE
PAR INSTITUIÇÃO/CURSO

  CONCURSOS ESPECIAIS, MAIORES DE 23, TITULARES CURSO SUPERIOR
  ESTUDANTE INTERNACIONAL
  UNIDADES CURRICULARES
  DISSERTAÇÕES
  DATAS DAS DISCUSSÕES PÚBLICAS
  PROVAS DE AGREGAÇÃO
  DATAS DAS PROVAS
  OUTRAS INFORMAÇÕES
  PRÉMIOS - REGULAMENTOS
  CONTACTOS E LOCALIZAÇÃO
  CALENDÁRIO DO ANO LETIVO
SPEED
MOOT COURTS
NOVA ESCOLA DOUTORAL
RUN - REPOSITORIO UNL
EIUC - MEMBER SINCE 2002
PAN-EUROPEAN SEAL
Professional Traineeship Program in Intellectual Property
FDUNL MEMBERSHIP OF ELFA
UNCRC POLICY CENTER
NOVASAÚDE
 
   
 
   
::

Ficha Bio-bibliográfica JOÃO DE ANDRADE CORVO (1824-1890) Nasceu em Torres Novas, a 30.01.1824, e morreu em 1890. Com o fim da guerra civil, em 27.05.1834, veio com a família para Lisboa, ficando encarregue da sua educação um tio, o general Nuno Augusto de Brito Taborda. Entre 1839 e 1844 frequentou a Escola Politécnica. Nesse mesmo ano concorreu ao lugar de substituto da cadeira de Botânica, e obteve a nomeação, enquanto ainda cursava as aulas da Escola do Exército, onde concluiu os cursos de Engenharia e os da Escola Médica. Tinha gosto pela poesia, o que o levou a fundar, com alguns amigos, a Sociedade Escolástica Diplomática, a que pertenceram Rebêlo da Silva, Latino Coelho, Mendes Leal, Silva Túlio, Daniel Augusto da Silva, Tomaz de Carvalho, Lôbo d’Ávila, Lopes de Mendonça, Luiz Augusto Palmeirim e outros. Escreveu várias peças que foram encenadas e às quais o público respondeu com entusiasmo. Foi o caso de D. Maria Teles, O astrólogo, O aliciador e Um conto ao serão. Escreveu um notável romance, Um ano na corte, que foi publicado em primeira mão pela Revista Universal e colaborou ainda nos Anais das ciências e artes, no Mosaico e na Revista Contemporânea. Foi professor do Instituto Agrícola, dedicando a partir daí vários dos seus estudos às problemáticas da agricultura. Candidatou-se à Câmara de Deputados pela primeira vez em 1865, por Idanha-a-Nova. Entre 1866 e 1868 integrou o ministério das obras públicas, presidido por Joaquim António de Aguiar, ficando a dever-se a si a construção do caminho de ferro do Minho e Douro. Em 1868 o ministério de que fazia parte caiu devido ao movimento da “Janeirinha”. No entanto, Andrade Corvo voltou à Câmara no ano seguinte, desta feita eleito por Soure (até 1870, data em que se dissolveu). Em 31.05.1871 foi nomeado par do Reino, tendo editado, na sequência da actuação nesse cargo, um folheto político intitulado “Perigos”. Em 1875 passou a integrar o governo de Fontes Pereira de Melo, primeiro como ministro dos Estrangeiros e, mais tarde, acumulou estas funções com as de Ministro da Marinha e Ultramar, entre 6.09.1875 a 7.08.1876, e de 1.09.1876 a 5.03.1877. Nesta função de ministro da Marinha e Ultramar teve uma importante acção, da qual destacamos, a compra do couraçado “Vasco da Gama”, a reorganização do corpo de marinheiros, a criação de uma legião do Ultramar, trabalhos para pacificação nas colónias, o contrato com uma linha de vapores para o estabelecimento de comunicações regulares entre a metrópole, a Índia Portuguesa e Moçambique, o contrato para a navegação do Cuanza, a definitiva abolição (formal) da escravatura nas colónias e do tráfico de cúlis pelo porto de Macau, as missões de obras públicas ao ultramar, o tratado com a Inglaterra sobre a Índia, e o que habilitou o governo português a construir o caminho de ferro de Mormugão. Em Março de 1877 demitiu-se o ministério de Fontes Pereira de Melo e subiu ao poder o gabinete do marquês de Ávila. Andrade Corvo, entre Maio de 1877 e Maio de 1879, foi ministro dos Estrangeiros. A partir desta data, regressou ao trabalho científico e literário, publicando Roteiro da viagem que D. João de Castro fez a primeira vez que foi à Índia, em 1538, escrito que permanecera inédito até lá. Em 1881, quando voltou ao poder o partido regenerador, foi como ministro plenipotenciário a Madrid e a Paris, mas acabou por ser demitido. Até ao fim da vida dirigiu nominalmente a Escola Politécnica. Principal Bibliografia: • Memória sobre a mangra, ou doença das vinhas, nas ilhas da Madeira e Porto Santo, Lisboa, 1855 • Estudos económicos e higiénicos sobre arrozais, Lisboa (é parte do relatório apresentado ao Ministro do Reino pela comissão nomeada por portaria de 16 de Maio de 1859 para estudar a cultura do arroz em Portugal e sua influência na saúde pública). • A questão do caminho de ferro do Sueste, 1868 (surgiu este escrito devido às dificuldades com que teve de lutar por causa da linha férrea do Sueste). • O livro do lavrador, Lisboa, 1873 • Relatório da administração ultramarina e naval, 1875 (resultou da sua acção como ministro da Marinha) • A agricultura e a natureza, Lisboa, 1880 • Física popular, na indústria e na agricultura, Lisboa, 1880 • Da água para as regas, Lisboa 1881 • Os motores na indústria e na agricultura, Lisboa, 1883 • Estudos sobre as províncias ultramarinas, 1883-1887 Raquel Sofia Lemos

   
 
 
 
DESTAQUES TESTEMUNHOS BIBLIOTECAS ÚTEIS  
Arquivo de Notícias e Destaques Professores Biblioteca Área de alunos
Envie-nos os seus elogios, sugestões ou reclamações!

 

Pontos de Vista Alunos Biblioteca digital Área de docentes
SPEED What they say Livraria virtual Moodle: E-Learning
Espaço Público     Guia de cursos
O Direito não é tudo NOVA ACESSO AO MAIL Links  
Colóquios Conferências Site da UNL Webmail Antigos Elementos de apoio
       
         
04-03-2021 09:38:03 - Faculdade de Direito Universidade Nova de Lisboa, Campus de Campolide, 1099-032 Lisboa | Copyright © 2007 IC Faculdade de Direito - U. N. L.