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Ficha Bio-bibliográfica MIGUEL EDUARDO LOBO BULHÕES (1830-1894) Miguel Eduardo Lobo Bulhões nasce em Lisboa a 1 de Maio de 1830, sendo filho de António Eliseu Paula de Bulhões, oficial de engenheiros, e de D. Maria Benedicta Lobo do Macedo Vieira. Estudou o curso de Humanidades, com preparatórios para entrar na Universidade de Coimbra. Em 1844 seguiu o curso da Escola do Comércio, onde foi aprovado com distinção. Aos dezassete anos entrou no serviço público como amanuense extraordinário da Contadoria da Junta do Crédito Público, onde, apesar de empregado, ainda frequentou algumas cadeiras da Escola Politécnica, e obteve valores para prémio no exame da primeira cadeira. Interrompendo, por causa da doença, o curso d’essa escola, dedicou–se ao serviço da Junta, e soube merecer a consideração dos superiores, que lhe confiaram a direcção de secções importantes em trabalho e responsabilidade, exigindo também a mais escrupulosa probidade. Em 1858 estreou–se na carreira jornalística tomando parte efectiva na colaboração da folha patriótica O futuro, na qual tratou especialmente de assuntos económicos e financeiros. Entrou depois para a redacção da Politica liberal, que sucedera ao Futuro; e passados anos para a da Gazeta de Portugal, colaborando aí em português e em francês com a inicial B. Foi correspondente do Constitucional, de Pernambuco nos últimos meses da sua publicação. Durante vinte anos colaborou no Commercio do Porto, escrevendo uma revista semanal política e crítica, com as iniciais E. L., cuja publicação se fazia às segundas-feiras e era muito bem apreciada pela cultura e independência da exposição, tal como pela ocasional mordacidade da crítica – “o seu estilo tinha uma feição própria, que era muito apreciada por um certo número de leitores. Revestia a miúdo a feição irónica, que principalmente compreendiam os que iam acompanhando na sua critica semanal o distinto escritor, mas que ás vezes passava desapercebida pelos demais, fazendo–lhe atribuir opiniões que ele na realidade não expressara” . Na Correspondência de Portugal pertenceu–lhe a secção que tinha o titulo Successos, sem dúvida o tirocínio para as suas futuras e interessantes revistas na bem conceituada folha portuense. Numa reorganização dos serviços dos ministérios passou da Junta do Crédito Público para a Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha e Ultramar, exercendo aí as funções de chefe de repartição. Era de “um carácter a todos os respeitos digníssimo, e, em toda a sua vida pública, nunca ninguém ousou macula-lo sequer com uma suspeita, não obstante ter exercido lugares de grande responsabilidade, na Junta do Crédito Público e na Secretaria da Marinha. Pode dizer–se que, como funcionário, era um modelo pela ilustração, pela facilidade do trabalho, pela justeza e acerto de todas as suas informações. Colaborou em muitas reformas, tanto do ministério da marinha, como de outros ministérios, com especialidade do ministério da fazenda. Alguns dos ministros d’esta pasta por vezes lhe pediram informações e coadjuvação para alguns dos trabalhos que projectavam apresentar” . Sócio de diversas corporações literárias e científicas, nacionais e estrangeiras. Tinha a comenda de Isabel a Católica desde Setembro de 1869. Em Novembro de 1893, Miguel Bulhões entra na casa de saúde lisbonense, onde sofreu a amputação de um pé por efeito de tuberculose, e aí faleceu pouco depois das onze horas da manhã de 15 de Março de 1894. Foi sepultado no cemitério no dia 17, porque o finado deixara recomendado que o funeral se realizasse trinta e seis horas depois do óbito. Todos os jornais, sem discrepância, consagraram artigos à memória honrada do distinto jornalista e trabalhador. Obras relevantes para o Direito Administrativo: • La reforme de l’administration civile en Portugal. Lisbonne, Imp. Nationale, 1867. – Obra destinada a Joaquim António de Aguiar, contém a tradução francesa do decreto de 26 de Junho de 1867 (revogado em Janeiro de 1868), com uma introdução prévia e aditamentos finais do autor.

   
 
 
 
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